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A pureza e a qualidade do ar devem ser medidas em pontos-chave de um sistema de ar comprimido, incluindo a entrada e a saída do compressor, o armazenamento, a distribuição e o ponto de utilização. Isto ajuda a detetar a contaminação atempadamente, a proteger o equipamento e a garantir a qualidade do ar necessária em todo o sistema.

Normalmente, recomenda-se a medição da pureza e da qualidade do ar nos seguintes pontos de um sistema de ar comprimido:
  • Na saída do compressor, para garantir que o ar comprimido que está a ser produzido está livre de contaminantes como óleo, água e partículas.
  • No ponto de utilização, para garantir que o ar comprimido consumido pelos equipamentos ou processos é de qualidade adequada à utilização a que se destina.
  • Na entrada do compressor, para garantir que o ar ambiente que está a ser aspirado pelo compressor não está contaminado e não contém partículas ou gases nocivos que possam danificar o compressor ou reduzir a qualidade do ar comprimido.
  • No ponto de armazenamento, para garantir que o ar comprimido armazenado em receptores ou tanques não seja contaminado por água, óleo ou outras impurezas.
  • No ponto de distribuição, para garantir que o ar comprimido que está a ser distribuído para diferentes partes do sistema não está contaminado por fugas, corrosão ou outros problemas.
  • Também é boa prática ter um sistema de monitorização para medir e registar continuamente o ponto de orvalho, o teor de óleo, a contagem de partículas e outros parâmetros que afectam a pureza e a qualidade do ar comprimido.
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